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Vamos ajudar

http://www.mensagemespirita.com.br/chico-xavier/ad/prece-pelo-nosso-pais-chico-xavier

Estamos na comoção nacional
Que atinge todos os Estados Brasileiros,
Assim, pedimos aos queridos companheiros,
Unir os nossos corações,
Em nossas sinceras orações
Pela felicidade do País.

Assim, vamos orar em nossas preces tradicionais:

Pai Nosso que estais nos Céus,
Santificado seja o vosso nome,
Venha a nós o vosso Reino,
Seja feita a vossa vontade,
Assim na Terra, como no mar e nos céus,
O pão nosso de cada dia
Dai-nos hoje, Senhor,
Perdoai as nossas dívidas e faltas,
Como perdoamos aos nossos devedores
E não nos deixeis cair em tentação
E livrai-nos do mal, de todos os males,
Assim seja, com JESUS e por JESUS!

Ave Maria,
Mãe de Jesus
Cheia de Graça,
Bendita seja entre as mulheres,
Bendito seja o fruto divino do vosso Divino Ventre
Que nos trouxe JESUS.
Assim seja, com JESUS e por JESUS.

O Senhor abençoe as nossas orações
Pela tranquilidade de nossas legiões.
Assim seja!...
.Bezerra de Menezes

Rogativa

Que os nossos dirigentes nos mantenham,
O pão e a paz, o amor e a luz,
E assim trabalharemos e serviremos
Na abençoada Doutrina de Jesus!...
.Maria Dolores

(Página recebida pelo Médium Francisco Cândido Xavier, em reunião pública, na noite de 3/10/1998 no Grupo Espírita da Prece – Uberaba/MG.

Nosso Centro Espírita Virtual

Nosso Centro Espírita Virtual, você poderá frequenta-lo de qualquer ponto do planeta.

Nossas portas estarão sempre abertas à todos.

Faça contato através do nosso formulário.

Teremos toda semana "O Culto do Evangelho no Lar, sempre às Quinta-feira, às 20:00 horas, quando nos reunimos e esperamos contar com sua visita e poderá fazer suas observações e mesmo solicitar radiações para pessoas necessitadas que serão assistidas.

Começaremos em nosso lar, com oração inicial, assistiremos um vídeo com palestra sobre "O Evangelho Segundo o Espiritismo e no final, todos nós internautas faremos oração para pessoas necessitadas que nos solicitam ajuda. Se puder use nosso formulário e envie sua mensagem.

Desde já, muito obrigado a todos que desejarem participar.

Grátis - Atendimento Fraterno à distancia -



Oração para àqueles que estão passando por dificuldades e necessitam de auxílio espiritual.

Atendimento Fraterno à distância.

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Vídeo para Evangelho no Lar - Hoje, quinta feira, às 20:00 horas

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

EMPREGO DA RIQUEZA - PALESTRA ESPÍRITA

Emprego da riqueza (II)


Quando considero a brevidade da vida, dolorosamente me impressiona a incessante preocupação de que é para vós objeto o bem-estar material, ao passo que tão pouca importância dais ao vosso aperfeiçoamento moral, a que pouco ou nenhum tempo consagrais e que, no entanto, é o que importa para a eternidade. Dir-se-ia, diante da atividade que desenvolveis, tratar-se de uma questão do mais alto interesse para a humanidade, quando não se trata, na maioria dos casos, senão de vos pordes em condições de satisfazer a necessidades exageradas, à vaidade, ou de vos entregardes a excessos. Que de penas, de amofinações, de tormentos cada um se impõe; que de noites de insônia, para aumentar haveres muitas vezes mais que suficientes! Por cúmulo de cegueira, freqüentemente se encontram pessoas, escravizadas a penosos trabalhos pelo amor imoderado da riqueza e dos gozos que ela proporciona, a se vangloriarem de viver uma existência dita de sacrifício e de mérito — como se trabalhassem para os outros e não para si mesmas! Insensatos! Credes, então, realmente, que vos serão levados em conta os cuidados e os esforços que despendeis movidos pelo egoísmo, pela cupidez ou pelo orgulho, enquanto negligenciais do vosso futuro, bem como dos deveres que a solidariedade fraterna impõe a todos os que gozam das vantagens da vida social? Unicamente no vosso corpo haveis pensado; seu bem-estar, seus prazeres foram o objeto exclusivo da vossa solicitude egoística. Por ele, que morre, desprezastes o vosso Espírito, que viverá sempre. Por isso mesmo, esse senhor tão animado e acariciado se tornou o vosso tirano; ele manda sobre o vosso Espírito, que se lhe constituiu escravo. Seria essa a finalidade da existência que Deus vos outorgou? — Um Espírito Protetor. (Cracóvia, 1861.)

(Fonte: O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. XVI, item 12.)

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

O PODER DO LIVRO

http://bvespirita.com/Livros-Menu.html

O PODER DO LIVRO

O bom livro é o farol, que o pensador acende nas trevas do mundo para guiar os homens em sua eterna viagem ao Infinito.
Sem a materialização do pensamento – por meio dos símbolos da linguagem escrita – e sem o veículo que o livro e a imprensa representam na humanidade, jamais poderia criar, edificar, iluminar e engrandecer as civilizações.
Todos os povos civilizados tiveram sua grandeza nos escritos transmitidos através das gerações sucessivas.
As filosofias, as religiões, as artes e as ciências não teriam a história de sua evolução sem o concurso do livro.
É incontestável, pois, o poder do livro e, principalmente, do bom livro.
E o livro espírita, justamente porque ensina e conforta.
Sobre o livro espírita é que temos de edificar o Templo da Sabedoria, no qual a humanidade futura haurirá a Felicidade que sempre foi a meta de todas as criaturas.
Difundamos, pois, o livro espírita por toda parte, a fim de que
mais se apresse o reino da felicidade na Terra.

( Psicografia Gilberto Pontes de Andrade - espírito Lins e Vasconcelos )


Maus tratos a Idosos - Visão Espírita

Fermento Espiritual

"Não sabeis que um pouco de fermento leveda a massa toda?" Paulo (I Coríntios, 5:6)

O fermento é uma substância que excita outras substâncias, e nossa vida é sempre um fermento espiritual com que influenciamos as existências alheias.
Ninguém vive só.
Temos conosco milhares de expressões do pensamento dos outros e milhares de outras pessoas nos guardam a atuação mental, inevitavelmente.
Os raios de nossa influência entrosam-se com as emissões de quantos nos conhecem direta ou indiretamente, e pesam na balança do mundo para o bem ou para o mal.
Nossas palavras determinam palavras em quem nos ouve, e, toda vez que não formos sinceros, é provável que o interlocutor seja igualmente desleal.
Nossos modos e costumes geram modos e costumes da mesma natureza, em torno de nossos passos, mormente naqueles que se situam em posição inferior à nossa, nos círculos da experiência e do conhecimento.
Nossas atitudes e atos criam atitudes e atos do mesmo teor, em quantos nos rodeiam, porquanto aquilo que fazemos atinge o domínio da observação alheia, interferindo no centro de elaboração das forças mentais de nossos semelhantes.
O único processo, portanto, de reformar edificando é aceitar as sugestões do bem e praticá-las intensivamente, por intermédio de nossas ações.
Nas origens de nossas determinações, porém, reside a idéia.
A mente, em razão disso, é a sede de nossa atuação pessoal, onde estivermos.
Pensamento é fermentação espiritual. Em primeiro lugar estabelece atitudes, em segundo gera hábitos e, depois, governa expressões e palavras, através das quais a individualidade influencia na vida e no mundo. Regenerado, pois, o pensamento de um homem, o caminho que o conduz ao Senhor se lhe revela reto e limpo.
XAVIER, Francisco Cândido. Fonte Viva. Pelo Espírito Emmanuel. FEB. Capítulo 76.
* * * Estude Kardec * * *

Reencarnação segundo a Bíblia: Ressurreição e Reencarnação HD Morel Felipe

EFEITO DO PERDÃO

Dentre os ângulos do perdão, um existe dos mais importantes, que nos cabe salientar: os resultados dele sobre nós mesmos, quando temos a felicidade de desculpar.

Muito frequentemente interpretamos o perdão como sendo simples ato de virtude e generosidade, em auxílio do ofensor, que passaria a contar com a absoluta magnanimidade da vítima; acontece, porém, que a vítima nem sempre conhece até que ponto se beneficiará o agressor da liberalidade que flui do comportamento, porquanto, não nos é dado penetrar no íntimo mais íntimo dos outros e, por outro lado, determina a bondade se relegue ao esquecimento os detritos de todo mal.

Urge perceber, no entanto, que, quando conseguimos desculpar o erro ou a provocação de alguém contra nós, exoneramos o mal de qualquer compromisso para conosco, ao mesmo tempo que nos desvencilhamos de todos os laços suscetíveis de apresar-nos a ele.

Pondera semelhante realidade e não te admitas carregando os explosivos do ódio ou os venenos da mágoa que destroem a existência ou corroem as forças orgânicas, arremessando a criatura para a vala da enfermidade ou da morte sem razão de ser.

Efetivamente, conhecerás muitas vezes a intromissão do mal em teu caminho, mormente se te consagras com a diligência e decisão à seara do bem, mas não te permitas a leviandade de acolhê-lo e transporta-lo contigo, à maneira de lâmina enterrada por ti mesmo no próprio coração.

Ante ofensas quaisquer, defende-te, pacifica-te e restaura-te, perdoando sempre. Nas trilhas da vida, somos nós próprios quem acolhe em primeiro lugar e mais intensivamente os resultados da intolerância, quando nos entrincheiramos na dureza de alma.

Sem dúvida, é impossível saber, quando venhamos a articular o perdão em favor dos outros, se ele foi corretamente aceito ou se produziu as vantagens que desejávamos; entretanto, sempre que olvidemos o mal que se nos faça, podemos reconhecer, de pronto, os benefícios efeitos do perdão conosco, em forma de equilíbrio e de paz agindo em nós.
Pelo Espírito:

Emmanuel

Do livro: Alma e Coração, Médium: Francisco Cândido Xavier.
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O Vencedor


"E Eu, quando levantado da terra, atrairei todos a mim." (João:12-32)
Jesus veio para inaugurar na terra o reino do amor. Encontrou dificuldades de toda natureza, porque os homens daqueles dias em que ele viveu entre nós, estavam acostumados ao poder e à força.
As criaturas se encontravam divididas entre senhores e escravos, poderosos e os sem valor nenhum.
A vida não era respeitada, porque a guerra destruía as esperanças e submetia os que não podiam vencer, deles fazendo infelizes sem liberdade.
Quando Jesus ensinou que todos os homens são iguais e que as diferenças se fazem somente através das conquistas morais, houve aborrecimentos por parte dos que governavam e queriam manter o estado de coisas no ritmo em que se encontrava.
Ele, porém, continuou a ensinar o amor a todos os seres, o perdão a todas as ofensas e a humildade como formas de crescimento para Deus. Vivia cercado pelos pobres, pelos sofredores, pelos que eram desprezados e não mereciam nenhuma consideração.
Em qualquer lugar em que ele aparecia, as multidões se aproximavam para o ouvir e receber das suas mãos o alimento da paz, a esperança de felicidade e a saúde. Nada conseguia perturbar Jesus. Ele convidou doze homens para que se tornassem seus discípulos, porque era o mais sábio do mundo, assim fazendo-se mestre de todos.
Esses amigos o amavam, mas não compreendiam a missão dele, o reino que fundava. Porque sofriam, e eram pobres, esperavam que ele se tornasse rei do país onde todos eles haviam nascido, e que se chamava Israel.
Ele demonstrava não ter interesse pelas coisas do mundo, nem pelas posições de destaque social na terra. Renunciava a tudo: aos aplausos, às gratidões, aos jogos humanos.
Mas, os companheiros não entendiam a sua atitude e ficavam inquietos. Eles amavam a Deus, mas queriam a felicidade no mundo. Jesus, no entanto, ensinou-lhes, dizendo:
- Eu sou o caminho para Deus, que e a verdade e a vida, e ninguém consegue compreender essa realidade, senão por meu intermédio.
Cada vez que ele apresentava lições tão profundas, que contrariavamos religiosos da época, aumentavam os ódios contra a sua vida.
Foi durante a sua visita a Jerusalém, que era a capital de Israel, como ainda hoje, durante umas festas chamadas de Páscoa, que Ele foi preso e levado a um julgamento injusto.
Judas, que era também seu discípulo, o vendeu aos sacerdotes, traindo o seu amor. E pedro, que igualmente o amava muito, quando foi apontado como sendo seu amigo, respondeu com medo, por três vezes:
- Eu nunca vi esse homem!
Os dois se arrependeram, quando o viram, depois de condenado, ser crucificado, no alto de um monte que era conhecido pelo nome de Calvário. Judas, atormentado, suicidou-se, envergonhado do que fizera, cometendo, com esse ato, um crime muito grave diante de Deus.
Pedro procurou recuperar-se, também arrependido, vivendo totalmente dedicado a pregar e a viver a doutrina que ele havia ensinado. E, de fato, foi na cruz, erguido da terra, que todos compreenderam que Jesus era o verdadeiro vencedor do mundo.
Embora houvesse morrido, ele ressuscitou, três dias depois, e voltou a conviver com os amigos, aparecendo até aos estranhos, num lugar onde estavam quase quinhentas pessoas, num monte, escutando João, que era o seu discípulo amado, falando a respeito dele.
O verdadeiro vencedor não é aquele que domina os outros, mas quem consegue dominar os seus ímpetos, amando sem qualquer rancor de ninguém, nem mesmo daqueles que o persigam e maltratem.
FRANCO, Divaldo Pereira. O Vencedor. Pelo Espírito Amélia Rodrigues. LEAL.
* * * Estude Kardec * * *

sábado, 18 de fevereiro de 2017

Bom dia, Boa tarde, Boa Noite.

Barco Pirata Acuarium con un Tiburón que Nada

Estrelinha de Belém- Música Espírita

Elizabete Lacerda - SONHO DE PAZ - Infantil

TUM TUM TUM - MÚSICA ESPIRITUAL iNFANTIL - Elizabete Lacerda

Música Espírita Infantil - Pensamento e Cor

Música Espírita Infantil - Amor a Deus

Anjo Guardião - Música Espírita Infantil - Elizabete Lacerda

Música Espírita Infantil- Vem Brincar Comigo- Clésio Tapety

Música Espírita Infantil - Quem é Feliz

Música Espírita Infantil - Não Espere - Clésio Tapety

Música Espírita Infantil - Quando eu Crescer

Música Espírita Infantil - Prece

Música Espírita Infantil - Prece

Música Espírita Infantil - Ele tudo Fez.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Espiritismo em Ação: Deixai que venham a mim as criancinhas

Deixai que venham a mim as criancinhas


Disse o Cristo: “Deixai que venham a mim as criancinhas.” Profundas em sua simplicidade, essas palavras não continham um simples chamamento dirigido às crianças, mas, também, o das almas que gravitam nas regiões inferiores, onde o infortúnio desconhece a esperança. Jesus chamava a si a infância intelectual da criatura formada: os fracos, os escravizados e os viciosos. Ele nada podia ensinar à infância física, presa à matéria, submetida ao jugo do instinto, ainda não incluída na categoria superior da razão e da vontade que se exercem em torno dela e por ela.
Queria que os homens a ele fossem com a confiança daqueles entezinhos de passos vacilantes, cujo chamamento conquistava, para o seu, o coração das mulheres, que são todas mães. Submetia assim as almas à sua terna e misteriosa autoridade. Ele foi o facho que ilumina as trevas, a claridade matinal que toca a despertar; foi o iniciador do Espiritismo, que a seu turno atrairá para ele, não as criancinhas, mas os homens de boa-vontade. Está empenhada a ação viril; já não se trata de crer instintivamente, nem de obedecer maquinalmente; é preciso que o homem siga a lei inteligente que se lhe revela na sua universalidade.
Meus bem-amados, são chegados os tempos em que, explicados, os erros se tornarão verdades. Ensinar-vos-emos o sentido exato das parábolas e vos mostraremos a forte correlação que existe entre o que foi e o que é. Digo-vos, em verdade: a manifestação espírita avulta no horizonte, e aqui está o seu enviado, que vai resplandecer como o Sol no cume dos montes. — João Evangelista. (Paris, 1863.)

(Fonte: O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. VIII, item 18.)

sábado, 11 de fevereiro de 2017

Texto Antidepressivo - Mensagem André Luiz

ALEGRIA (Reflexão de Meimei)

Hino a Scheilla - Música Espírita

Proibição de Evocar os Mortos: A Bíblia Condena o Espiritismo? HD Felipe...

Vivendo em plenitude



No dia que morre, enquanto o sol puxa a sua colcha de nuvens para se cobrir, aconchegando-se no poente, permita-se um tempo para refletir.
O que você fez hoje o deixou feliz?
Você pode ter acrescentado uma soma considerável ao seu saldo bancário, pode ter celebrado contratos importantes, que lhe garantam retorno financeiro por largo tempo.
Você pode ter recebido honrarias, prêmios por sua capacidade intelectual. Pode ter sido laureado pelo projeto bem sucedido.
Você pode ter dado muitos autógrafos no livro que acabou de lançar, ter recebido aplausos vibrantes e demorados pelo show musical em que se esmerou.
Sim, tudo isso são ganhos. E você deve estar feliz com o balanço que lhe dá conta de que a coluna positiva supera a negativa.
Mas, você está verdadeiramente feliz? Dentro de você, sente que utilizou o melhor possível esse dia que adormece, encobrindo-se nas dobras da noite?
Pense um pouco: além dos abraços dos que são pagos para servi-lo, acompanhá-lo; dos que desejam posar para fotos ao seu lado, a fim de se verem projetados na escala social; além dos que o buscam porque você goza de sucesso; alguém que o ama verdadeiramente o abraçou?
Isto é, depois de todo o trabalho, do gozo das glórias do mundo, dos aplausos, quando as luzes do palco se apagam, deixando ar de solidão, o que tem você de verdadeiramente seu?
Você tem um lar para voltar? Alguém que o ame? Um filho que o espera para pular em seu pescoço e gritar: Papai!?
Você tem um esposo que a ama e espera que as horas seguintes possam ser somente de vocês dois?
Você tem pais idosos que lhe aguardam, ansiosos, a chegada em casa? Você tem um animal doméstico para afagar?
Um cão que, desde a esquina, identifica o ruído do seu carro e o aguarda no portão?
Que pula, late, abana o rabo, demonstrando a sua alegria por ter você como seu dono?
E, mais importante do que isso: você usufrui integralmente cada uma dessas oportunidades?
Ou chega em casa, se joga no sofá, não quer falar com ninguém porque está cansado?
Não faça isso!
Aproveite a sua vida em totalidade. Ame, demonstre carinho, beije, diga como foi difícil ficar tantas horas longe do aconchego familiar.
Pergunte pelas crianças, sorria, jogue-se no chão e brinque com elas.
Esforce-se por entender o linguajar de seus filhos adolescentes, agradeça a mensagem que lhe mandaram para o celular, mesmo que você não tenha entendido tudo.
Dedique algum tempo a eles, pergunte daquelas abreviaturas que você não consegue identificar o que sejam, quando recebe os torpedos.
Saia com sua esposa para dançar. Ou coloque um CD com músicas românticas e dance, na sala de casa, de rosto colado.
Olhe para ela. Os anos passaram, vieram os filhos, mas ela continua bonita. Diga isso a ela, para que ela saiba.
E retribua o elogio.
E, se você não tem pais, cônjuge, filhos, irmãos, se vive só, ainda assim curta o que tem.
Ouça música, leia um bom livro, assista um filme. Telefone para um amigo. Escreva a outro solitário.
Viva!
E, quando o sono for se aproximando, convidando-o ao repouso físico, não se entregue a ele, antes de orar a Deus, em gratidão pelas horas vividas.
Agradeça a sua vida. A maravilhosa vida que você tem.
Agradeça por sua capacidade de amar. E pelo amor que tem.

Redação do Momento Espírita.
Disponível no CD Momento Espírita, v. 14 e 
no livro Momento Espírita, v. 7, ed. FEP.
Em 10.2.2017.

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

Bem aventurados os que tem fechado os olhos

Bem-aventurados os que têm fechados os olhos (1)


Meus bons amigos, para que me chamastes? Terá sido para que eu imponha as mãos sobre a pobre sofredora que está aqui e a cure? Ah! que sofrimento, bom Deus! Ela perdeu a vista e as trevas a envolveram. Pobre filha! Que ore e espere. Não sei fazer milagres, eu, sem que Deus o queira. Todas as curas que tenho podido obter e que vos foram assinaladas não as atribuais senão àquele que é o Pai de todos nós. Nas vossas aflições, volvei sempre para o céu o olhar e dizei do fundo do coração: “Meu Pai, cura-me, mas faze que minha alma enferma se cure antes que o meu corpo; que a minha carne seja castigada, se necessário, para que minha alma se eleve ao teu seio, com a brancura que possuía quando a criaste.” Após essa prece, meus amigos, que o bom Deus ouvirá sempre, dadas vos serão a força e a coragem e, quiçá, também a cura que apenas timidamente pedistes, em recompensa da vossa abnegação.
Contudo, uma vez que aqui me acho, numa assembléia onde principalmente se trata de estudos, dir-vos-ei que os que são privados da vista deveriam considerar-se os bem-aventurados da expiação. Lembrai-vos de que o Cristo disse convir que arrancásseis o vosso olho se fosse mau, e que mais valeria lançá-lo ao fogo, do que deixar se tornasse causa da vossa condenação. Ah! quantos há no mundo que um dia, nas trevas, maldirão o terem visto a luz! Oh! sim, como são felizes os que, por expiação, vêm a ser atingidos na vista! Os olhos não lhes serão causa de escândalo e de queda; podem viver inteiramente da vida das almas; podem ver mais do que vós que tendes límpida a visão!... Quando Deus me permite descerrar as pálpebras a algum desses pobres sofredores e lhes restituir a luz, digo a mim mesmo: Alma querida, por que não conheces todas as delicias do Espírito que vive de contemplação e de amor? Não pedirias, então, que se te concedesse ver imagens menos puras e menos suaves, do que as que te é dado entrever na tua cegueira!
Oh! bem-aventurado o cego que quer viver com Deus. Mais ditoso do que vós que aqui estais, ele sente a felicidade, toca-a, vê as almas e pode alçar-se com elas às esferas espirituais que nem mesmo os predestinados da Terra logram divisar. Abertos, os olhos estão sempre prontos a causar a falência da alma; fechados, estão prontos sempre, ao contrário, a fazê-la subir para Deus. Crede-me, bons e caros amigos, a cegueira dos olhos é, muitas vezes, a verdadeira luz do coração, ao passo que a vista é, com freqüência, o anjo tenebroso que conduz à morte.
Agora, algumas palavras dirigidas a ti, minha pobre sofredora. Espera e tem ânimo! Se eu te dissesse: Minha filha, teus olhos vão abrir-se, quão jubilosa te sentirias! Mas, quem sabe se esse júbilo não ocasionaria a tua perda! Confia no bom Deus, que fez a ventura e permite a tristeza. Farei tudo o que me for consentido a teu favor; mas, a teu turno, ora e, ainda mais, pensa em tudo quanto acabo de te dizer.
Antes que me vá, recebei todos vós, que aqui vos achais reunidos, a minha bênção. — Vianney, cura d'Ars. (Paris, 1863.)

(1) Esta comunicação foi dada com relação a uma pessoa cega, a cujo favor se evocara o Espírito de J. B. Vianney, cura d’Ars.

(2) Quando uma aflição não é conseqüência dos atos da vida presente, deve-se-lhe buscar a causa numa vida anterior. Tudo aquilo a que se dá o nome de caprichos da sorte mais não é do que efeito da justiça de Deus, que não inflige punições arbitrárias pois quer que a pena esteja sempre em correlação com a falta. Se, por sua bondade, lançou um véu sobre os nossos atos passados, por outro lado nos aponta o caminho, dizendo: “Quem matou à espada, pela espada perecerá”, palavras que se podem traduzir assim: “A criatura é sempre punida por aquilo em que pecou.” Se, portanto, alguém sofre o tormento da perda da vista, é que esta lhe foi causa de queda. Talvez tenha sido também causa de que outro perdesse a vista; de que alguém haja perdido a vista em conseqüência do excesso de trabalho que aquele lhe impôs, ou de maus-tratos, de falta de cuidados, etc. Nesse caso, passa ele pela pena de talião. É possível que ele próprio, tomado de arrependimento, haja escolhido essa expiação, aplicando a si estas palavras de Jesus: “Se o teu olho for motivo de escândalo, arranca-o.”

(Fonte: O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. VIII, itens 20 e 21.)

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Programa Jesus no lar programa- Cap 4 item 24 "Limites da Encarnação"





 Quais os limites da encarnação? 


A bem dizer, a encarnação carece de limites precisamente traçados, se tivermos em vista apenas o envoltório que constitui o corpo do Espírito, dado que a materialidade desse envoltório diminui à proporção que o Espírito se purifica. Em Certos mundos mais adiantados do que a Terra, já ele é menos compacto, menos pesado e menos grosseiro e, por conseguinte, menos sujeito a vicissitudes. Em grau mais elevado, é diáfano e quase fluídico. Vai desmaterializando-se de grau em grau e acaba por se confundir com o perispírito. Conforme o mundo em que é levado a viver, o Espírito reveste o invólucro apropriado à natureza desse mundo.

O próprio perispírito passa por transformações sucessivas. Torna-se cada vez mais etéreo, até à depuração completa, que é a condição dos puros Espíritos. Se mundos especiais são destinados a Espíritos de grande adiantamento, estes últimos não lhes ficam presos, como nos mundos inferiores. O estado de desprendimento em que se encontram lhes permite ir a toda parte onde os chamem as missões que lhes estejam confiadas.
Se se considerar do ponto de vista material a encarnação, tal como se verifica na Terra, poder-se-á dizer que ela se limita aos mundos inferiores. Depende, portanto, de o Espírito libertar-se dela mais ou menos rapidamente, trabalhando pela sua purificação.

Deve também considerar-se que no estado de desencarnado, isto é, no intervalo das existências corporais, a situação do Espírito guarda relação com a natureza do mundo a que o liga o grau do seu adiantamento. Assim, na erraticidade, é ele mais ou menos ditoso, livre e esclarecido, conforme está mais ou menos desmaterializado. 

– São Luís. (Paris, 1859.)

(Fonte: O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. IV, item 24.)


https://goo.gl/eRzjGA



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